Finalmente o livro foi pra revisão reta-final da editora.
Depois de muito atraso em prol de um fatídicointeressante processo de gravar poema por poema pra ouvir o conjunto e cada um em sua solteirice.
Na paranóia de ouvir os poemas, você descobre muito sobre eles. Feiúras e belezas. E descobre também que nem todo poema precisa ser lido em voz alta.
E no meio dessa falação, o reescrevi inteiro, a mão e à máquina. E passei muitas dezenas de dias numerando e catalogando várias formas diferentes de dispor os poemas para contar a história.
Até que cheguei a uma seleção de três para escolher uma só, a final. E aí entra o momento em que você põe de lado toda técnica e maluquice aplicada pra sentir o que verdadeiramente deve ser feito.
Ele virou o extremoposto do resultado que julguei final um dia.
Mas agora tá na rua, libertado. E daqui a alguns meses impresso.
Seilá, segundo livro é estranho.