A música Chuvas de Verão, famosa na voz de José Augusto e já citada por aqui, é a única música do mundo que consegue ser uma síntese de metáforas com fenônomenos naturais, termos metereológicos e aula de biologia.
Sem contar a ambientação sonora com barulho de trovão e grilos. Poderia perfeitamente ser uma novela de rádio.
Acredito que não seja tão cênica só por se chamar Chuvas de Verão, pois a música homônima de Fernando Lobo demandou menos esforço para esclarecer que se tratava de coisa passageira.
Talvez a de José Augusto seja mais complexa porque não trata só de “um amor chuva de verão”, trata de “um amor de primavera em chuvas de verão”. É outra elaboração, mais complexa.
Vejamos:
Veio feito nuvem/ Numa ventania/
(…)
Sentimento alado/ Senti minar na pele/ Transpirar de leve
(…)
Revirei teu pólos/ Relâmpago e viril/
Rajada de vento/ Em beijos turbulentos seduziu
REFRÃO:
Navegar teus sonhos
Regar teus sentimentos
Orvalho de amor
Flor de pensamento
Iê Iê
Nuvem passageira
Inverno de paixão
Amor de primavera
Em chuvas de verão.
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Papo de Guiness Book.



