Chamamento ao alegre

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Tive a EMOSSÃO de passar algumas horas na casa/ateliê/proposta/escritório/poesia/universo do Edu Viola e toda a maravilha em movimento que o cerca: suas pinturas, sua família, os instrumentos que ele tem, os que ele cria e os que ele restaura, suas músicas, os escritos, as plantas, as ferramentas e as invenções e intervenções fantásticas espalhadas por TODOS OS CANTOS DA CASA.

Precisaria de 100 anos para conseguir ver tudo, mais 100 para rever tudo e mais uns 100 infinitos anos para apreciar e sentir. Eu chamaria de PROCESSO HISTÓRICO DA PUREZA.

É o tipo de pessoa que te proporciona, pelo menos, umas cinco aventuras poéticas diferentes por minuto. Tudo que vem dele é muito vivo – tem paixão e humor- logo, se transforma o tempo todo.

Babyconsuelizando

Juiz neo-zelandês obriga pais a mudar nome bizarro de filha

Um juiz da Nova Zelândia decidiu que os pais de uma menina de nove anos deveriam mudar o nome da criança devido aos constrangimentos pelos quais ela estava passando.

A jovem, chamada Talula Does The Hula From Hawaii (Talula Dança a Hula do Havaí), supostamente tinha tanta vergonha de seu nome que se recusava a divulgá-lo para seus colegas de escola.

De acordo com o juiz Robert Murfitt, o nome ”fazia a criança de tola e representava para ela uma deficiência social, um obstáculo”.

Os pais de Talula estão separados e a criança atualmente se encontra sob a guarda do tribunal neo-zelandês até que ela receba um novo nome.

O juiz Munfitt também expressou preocupação com outros nomes inusitados dados por pais neo-zelandeses, como Violence, Midnight Chardonnay e Number 16 Bus Shelter, além dos gêmeos Benson e Hedges, em homenagem à marca homônima de cigarros.

Ele relatou que, recentemente, lidou com o caso de uma criança que havia sido batizada com um nome baseado na linguagem usada em mensagens de texto de telefones celulares.

Murfitt contou que apenas ter negociado com a mãe conseguiu que a jovem O.crnia passasse a se chamar Oceania.

Em entrevista ao jornal New Zealand Herald, Brian Clarke, o titular do departamento neo-zelandês de Nascimentos, Óbitos e Casamentos, lembrou que a lei do país impede que se batize crianças com nomes considerados ofensivos, que possuem mais de 100 caracteres ou que incluam pontuações, numerais e postos militares.

Entre os nomes rejeitados figuram Fish and Chips, Yeah Detroit, Stallion, Twisty Poi, Kennan Got Lucy e Sex Fruit.

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Via Comendador Nilson, leiaqui.